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Após agressão na Máxima, agentes voltam a cobrar uso de armas em presídios

20 de Dezembro de 2018 18:47
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Depois de caso de agressão no Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho, registrado nesta quinta-feira, o Sindicato dos Agentes Penitenciários voltou a cobrar que o governo do Estado permita o uso de armas letais e não letais, além de oferecer treinamento e qualificação para o trabalho de segurança nas unidades penais.

“Nosso maior receio é justamente agora, no período de Natal e Ano Novo”, ressalta o presidente do sindicato, André Luiz Santiago. Hoje ele foi ao presídio para ter mais detalhes sobre a agressão sofrida por agentes penitenciários durante a revista na cela 122, no pavilhão 2 da Máxima. Conforme boletim de ocorrência, 21 detentos vão responder por desacato e resistência.

Santiago diz que esse seria o 9º caso de agressão registrado por agente penitenciário no Estado recentemente. O sindicato encaminhou um ofício, em setembro deste ano, ao secretário estadual de Justiça e Segurança Pública, Antônio Carlos Videira, alegando que é “crucial” que Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) para que os servidores recebam treinamento e capacitação, com direito de usar armas letais e não letais, além de equipamentos de proteção individual.

De acordo com Agepen, o uso das armas está sendo estudado por comissão formada por servidores, que avaliam quais armas podem ser usadas, em qual situação e em que unidades penais.

Fonte: campograndenews.com.br

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