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De muro no México a hacker russo: os 10 grandes momentos da primeira coletiva de Trump

11 de Janeiro de 2017 17:53
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De muro no México a hacker russo: os 10 grandes momentos da primeira coletiva de Trump

Republicano falou pela primeira vez com a imprensa desde que foi eleito, comentando as relações com a Rússia, Obamacare e outros assuntos

sobre quais serão efetivamente as primeiras medidas que irá tomar após assumir oficialmente o cargo, no dia 20 de janeiro.

editor executivo do The New York Times, a quem chamou de "sem fundamento".

Na sequência, foi a vez do vice-presidente eleito, Mike Pence, defender Trump. Ele destacou que há uma grande energia para fazer a transição de governo, mas que a mídia está fazendo um alto esforço para deslegitimar o novo presidente.

"O povo americano está cansado disso", disse Pence. "Hoje vamos voltar para notícias reais e fatos reais", completou.

"talvez as agências de inteligência" vazaram os supostos dossiês contra ele, mas que sua guerra contra eles continua. Por outro lado, ele elogiou os meios de comunicação por ignorarem amplamente as alegações enquanto ele era atacado pela CNN e pelo Buzzfeed.

Comitê Nacional Democrata, Trump disse que acha que foi a Rússia, mas que existem outros ataques cibernéticos vindo de outros países.

Sobre sua relação com a Rússia, Trump destacou que o país poderia ajudar na luta contra o Estado Islâmico, sendo esta a principal área que as duas nações poderiam cooperar.

"Se Putin gosta de Donald Trump, eu considero que seja uma habilidade não é uma deficiência", disse o republicano.

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Trump disse ainda que no fim de semana recebeu uma oferta de US$ 2 bilhões para fazer um negócio em Dubai, e que a recusou. "Eu não precisaria ter recusado, porque como vocês sabem, eu não tenho conflitos de interesse por ser presidente. Mas eu não quero tomar vantagem de nada", continuou.

Já no fim da coletiva, ele disse que a Rússia terá muito mais respeito dos EUA quando ele governar do que quando outros governaram.

Trump afirmou que espera que tenha uma boa relação com Putin, mas que pode ser que isso não ocorra. Ele ressaltou que a Rússia, a China, Japão, México, e todos os outros países vão respeitar muito mais os EUA do que respeitaram em outras administrações.

criticou fortemente a indústria farmacêutica, dizendo que quer melhorar o modelo de licitação de forma a economizar bilhões de dólares do governo. Ele ressaltou que é preciso que a indústria farmacêutica volte para os EUA e que,

se a eleição não tivesse ocorrido como foi, muitas empresas não estariam retornando ao país agora.

Ele também foi questionado sobre a divulgação de seu imposto de renda, com a jornalista perguntando ainda se ele acha que os americanos não se interessam por isso. "Eu acho que eles não se interessam", respondeu o presidente eleito sem falar mais sobre o assunto.

eus dois filhos vão tocar os negócios nas organizações com seu nome durante seu período como presidente, e que eles não irão discutir suas decisões com ele. Trump diz que poderia, se quisesse, tocar seus negócios, e também atuar como presidente, mas que não quer fazer isso.

catastrófico para a saúde nos EUA, e que ele poderia esperar e criticar, aguardando que as pessoas pedissem mudanças no Obamacare, mas que mudará as coisas antes.

repórter da CNN tentou realizar uma pergunta, mas Trump se recusou a deixá-la falar dizendo que "sua organização é terrível". Ela insistiu diversas vezes, mas o presidente eleito não permitiu a realização da pergunta. A CNN está entre os veículos que divulgaram os suposto dossiê contra ele.

O tema seguinte foi sobre o emprego nos EUA. Trump se resumiu a dizer que suas propostas poderão manter muitas pessoas empregadas tanto nas grandes quanto nas pequenas empresas. Mas o que ele aproveitou para comentar com mais detalhes foi a relação com o México.

Na sequência, o republicano foi questionado sobre as críticas que fez aos serviços de inteligência após o vazamento de documentos. "Acho que foi vergonhoso que as agências de inteligência tenham permitido o vazamento de informações falsas", atacou. Além disso, ele voltou a dizer que o vazamento o faz se sentir na Alemanha nazista, e criticou os meios de imprensa que divulgaram o documento.

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Fonte: infomoney.com.br

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