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Decreto limita oferta de serviço funerário a empresas com autorização para atuar em Juiz de Fora

11 de Julho de 2018 23:08
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Familiar de mulher que faleceu na cidade, mas foi enterrada em São João del Rei, diz que demorou 5h para conseguir a liberação do corpo.

Em depoimento à equipe de reportagem, Eliane Cerqueira relatou que a liberação do corpo demorou cerca de 5h porque, em função do decreto, o hospital não aceitava o atendimento de uma funerária que não fosse de Juiz de Fora.

Em nota, a Secretaria Municipal de Atividades Urbanas informou que o decreto afeta funerárias sem outorga de permissão do município e que, no caso de transporte por empresa de fora, o serviço é liberado para os planos funerários, sendo vetados velório e enterro na cidade.

A prima de Eliane era de São João Del Rei e fazia tratamento contra o câncer na Associação Feminina de Prevenção e Combate ao Câncer de Juiz de Fora (Ascomcer), onde morreu há pouco mais de uma semana.

A família acionou o plano funerário de São João del Rei para que a mulher fosse enterrada na cidade natal. Contudo, recebeu do hospital a notícia de que o translado não poderia ser autorizado.

A presidente da Ascomcer, Alessandra Sampaio, explica que o hospital recebeu o decreto municipal no dia 27 de junho informando que seria necessário acionar a funerária da cidade de plantão para translado dos corpos e que uma funcionária questionou como seria o procedimento nos casos em que havia um plano funerário.

Fonte: g1.globo.com

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