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Infraero vai divulgar carta de esclarecimentos sobre retomada de voos na Pampulha

1 de Novembro de 2017 19:43
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Aeroporto voltará a operar voos domésticos nacionais e de longa distância. Segundo a Infraero, a previsão é que haja um aumento de R$ 22 milhões por ano nas receitas.

Uma carta de esclarecimentos sobre o fim da limitação de voos no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, será divulgada neste mês de novembro pela A Empresa de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), que administra o terminal. O governo federal revogou no dia 25 de outubro uma portaria que restringia as operações, permitindo que o local volte a realizar voos domésticos nacionais e de longa distância.

A alteração veio juntamente com a decisão do governo do presidente da República, Michel Temer (PMDB), de não incluir o Aeroporto de Congonhas no programa de desestatização, em meio a pressões políticas.

Segundo a Infraero, a carta irá informar que o esvaziamento do tráfego aéreo na Pampulha gerou um prejuízo líquido de R$ 29,8 milhões em 2016. Em 2005, o aeroporto batia recordes de movimentação de passageiros com mais de 3 milhões de embarques e desembarques em 2005. Onze anos depois, esse número caiu para cerca de 300 mil.

A estimativa, de acordo com a Infraero, é que, com a retomada dos voos, haja um aumento de R$ 22 milhões por ano nas receitas. A previsão é de um lucro de R$ 3 milhões anuais.

A Prefeitura de Belo Horizonte é favorável à ampliação, devido a importância para o desenvolvimento econômico da cidade e para a geração de empregos.

Em maio deste ano, o Ministério dos Transportes havia vetado a retomada de voos de grande porte no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte. Segundo o órgão, a medida foi baseada em uma recomendação da área técnica, que apontou vários impactos, entre eles redução ou eliminação de voos internacionais no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, localizado em Confins; redução de destinos conectados; aumento no preço das passagens e, ainda, perda de qualidade no serviço prestado no aeroporto da Pampulha em relação ao serviço prestado no terminal de Confins.

Fonte: g1.globo.com

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