Buscando oportunidade, 'forasteiros' escolhem São José para viver

27 de Julho de 2014 14:50

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Buscando oportunidade, 'forasteiros' escolhem São José para viver

Moradores de outras regiões confessam orgulho de viver na cidade.Município completa 247 anos neste domingo (27).

Eles não nasceram em São José dos Campos, mas adotaram a cidade no coração. Pessoas de diversas regiões do país vieram para a maior município do Vale do Paraíba em busca de oportunidades, como emprego, educação e qualidade de vida. Grande parte desses 'forasteiros' fez as malas para São José apenas uma vez - depois que chegaram, nunca mais quiseram sair.

Foi assim para a empregada doméstica Maria de Lourdes Fernandes de Paula, de 50 anos. Ela nasceu em Recife (PE), mas há 20 anos decidiu mudar de cidade. Ela buscava trabalho e melhores condições de vida. Juntou as malas, os filhos pequenos e o marido, que conseguiu uma transferência no trabalho.

“No Recife era muito difícil conseguir um emprego, não tinha creche para deixar meus filhos. Como minha mãe já morava aqui, conheci a cidade e achei que teria mais oportunidades para trabalhar e para criar as crianças”, conta Maria.

No município, os três filhos da doméstica cresceram e tiveram estudos e trabalho. Maria também conseguiu emprego como diarista na cidade. “Aqui a gente tem todos os direitos e o salário é quase igual de alguém que tem formação”, afirma ela, que não pretende arredar o pé do solo joseense.

Eles não nasceram em São José dos Campos, mas adotaram a cidade no coração. Pessoas de diversas regiões do país vieram para a maior município do Vale do Paraíba em busca de oportunidades, como emprego, educação e qualidade de vida. Grande parte desses 'forasteiros' fez as malas para São José apenas uma vez - depois que chegaram, nunca mais quiseram sair.

Foi assim para a empregada doméstica Maria de Lourdes Fernandes de Paula, de 50 anos. Ela nasceu em Recife (PE), mas há 20 anos decidiu mudar de cidade. Ela buscava trabalho e melhores condições de vida. Juntou as malas, os filhos pequenos e o marido, que conseguiu uma transferência no trabalho.

“No Recife era muito difícil conseguir um emprego, não tinha creche para deixar meus filhos. Como minha mãe já morava aqui, conheci a cidade e achei que teria mais oportunidades para trabalhar e para criar as crianças”, conta Maria.

Cunho tecnológico De olho no potencial do município, o engenheiro Horácio Aragonés Forjaz, de 62 anos, também deixou sua terra natal. Nascido em Ribeirão Preto, ele se mudou para São José em 1970, para estudar no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), entidade reconhecida nacionalmente. Logo depois de formado, conseguiu emprego na Embraer e completou o orgulho pela cidade.

“Quando eu cheguei, São José era outra cidade. Não tinha as forças e dimensões de hoje, mas já tinha essa personalidade de ciência e tecnologia. Fui fincando as raízes e me adaptando aos poucos”, diz Forjaz.

Na cidade, estabeleceu sua família e criou seus filhos. Na Embraer, teve a oportunidade de trabalhar com desenvolvimento de produtos de ponta, que ganharam o Brasil e o mundo no ramo aeronáutico. “Trabalhei com um alto nível de tecnologia e você fica orgulhoso de ver esses produtos serem pintados das cores de vários países”, afirma.

Em mais de três décadas, Forjaz se apegou ao perfil do município e cresceu profissionalmente, ocupando atualmente o cargo de diretor do Parque Tecnológico. Assim como dona Maria, o engenheiro vê sua escolha como certa e não pretende deixar a cidade. “São José é um lugar vibrante porque as pessoas são sérias e buscam oportunidades. Cheguei em uma dessas mudanças que o destino proporciona e não estaria preparado para me adaptar a outro lugar”.

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Fonte: g1.globo.com

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