O espírito dos finalistas

12 de Julho de 2018 01:54

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O espírito dos finalistas

Os holofotes estavam em Neymar na Rússia, mas Philippe Coutinho teve atuações mais regulares na campanha até as quartas de final. O camisa 11 venceria uma concorrência com o astro da seleção caso o Brasil fosse mais longe na Copa? Provavelmente, não.

A Bola de Ouro, premiação que a Fifa concede ao craque do Mundial, assim como a eleição anual de melhor jogador do mundo, costuma ser influenciada pela fama dos postulantes. Sem a concorrência de Cristiano Ronaldo, Messi e Neymar na briga pelo título, a França é a mais cotada para ter o vencedor da honraria, já que reúne atletas mais badalados do que Croácia ou Inglaterra, como Mbappé e Griezmann.

Eleito o melhor do Mundial de 2014, Messi foi crucial para a Argentina, mas há dúvida se fez uma Copa melhor do que o holandês Arjen Robben, terceiro colocado na disputa. Na França-1998, o troféu de melhor do torneio ficou com Ronaldo, mas não seria absurdo escolher o croata Suker.

O fator casa também já gerou discrepância na eleição, a mais escandalosa delas em 1990, quando o italiano Schillaci ficou com a Bola de Ouro em uma Copa que teve no jogo final dois ícones em campo vivendo grande fase: o alemão Lothar Matthaus e o argentino Diego Maradona.

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Fonte: uol

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