Em manifestação, professores de São Paulo decidem por greve

13 de Março de 2015 21:05

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Os professores da rede estadual de São Paulo decidiram nesta sexta-feira (13) entrar em greve por tempo indeterminado, reivindicando mais empregos, melhores salários e condições de trabalho, além de abastecimento de água para toda a população. A decisão ocorreu em assembleia no Masp, na Avenida Paulista. Segundo a Polícia Militar (PM), três mil professores se reuniam no local. O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) fala em 10 mil.

Os profissionais pedem aumento de 75,33% para equiparação salarial com as demais categorias com formação de nível superior. Eles também dizem que a jornada do Piso Nacional dos Professores não é aplicada no Estado.

Os professores irão se juntar aos integrantes da CUT, CTB e MST que partiram da frente da Petrobras, também na Avenida Paulista, em manifestação de apoio à estatal. De acordo com a PM, eles somam 5 mil. As Centrais sindicais falam em 50 mil. A passeata seguirá até a Praça da República, na região central de São Paulo.

Quando os manifestantes dos movimentos sociais partiram em caminhada, por volta das 16h, começou uma chuva, que, no entanto, não dispersou os participantes. O comerciantes baixaram as portas das lojas na região dos protestos.

Pela Paulista, os manifestantes ligados às centrais sindicais pedem antes de cada pronunciamento: "Senta a pua nessa direita reacionária".

Outro alvo dos manifestantes são os veículos de comunicação, chamados a todo instante de "mídia golpista". "Eles querem esquartejar e vender a Petrobras! Não admitimos o golpismo", gritou um dirigente do PCdoB, partido da base aliada de Dilma.

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Fonte: jb.com.br

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