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Me deixa não beber: 12 respostas úteis para abstêmios que vão ao bar

7 de Setembro de 2018 11:35
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Me deixa não beber: 12 respostas úteis para abstêmios que vão ao bar

Então você não bebe e, por conta disso, tem que lidar com certos preconceitos? Em primeiro lugar, força, guerreiro! Em segundo lugar, de acordo com a Constituição, ninguém é obrigado a beber e muito menos a aguentar o pessoal mala que faz pressão porque você não está a fim de se embriagar.

Assim sendo, da próxima vez em que você for a algum evento com álcool -- e gente pentelhando para que você se entregue ao clima ébrio -- tenha estas respostas no bolso. Nunca se sabe quando vai precisar.

Aqui, você sempre pode dizer que vai dirigir depois ou então meter o louco caso não esteja no pique de dar satisfações pela octagésima vez no dia. Uma boa estratégia é retrucar com "Por que você bebe?" e completar a resposta do outro com "Ah, então. Eu não".

É sempre desagradável precisar explicar que você tem aparato bucal e mental em perfeitas condições para decidir a respeito de algo gostoso de beber. Em todo caso, para evitar a fadiga, você pode mentir que está com sapinho para não precisar tocar no copo da pessoa.

Não responda que costuma ser mais fácil quando você não está cercado de pentelhos. Dá para substituir o desaforo por uma brusca mudança de assunto do tipo "Cara, muito triste que o Faustão morreu, né?". Depois de esclarecer que era brincadeira, caso o sujeito insista, ainda dá para inventar o mesmo boato sobre celebridades de sua preferência.

Em casos assim, restam poucas opções, a não ser responder com um olhar libidinoso convidando o autor da pergunta para se trancar no banheiro contigo. O bom é que, se colar (e você realmente quiser pegar a pessoa), colou.

A gente zela sempre pela educação e tenta não retrucar com "Se não vai ser uma presença agradável, por que você veio?" Infelizmente, nesse caso, você estaria perdendo a razão e ninguém quer perder a razão. Uma boa ideia é responder "Pelas pessoas. As legais", e fazer cara de sonso.

Rapaz, até você explicar de novo que não vai beber, haja paciência. Nesse caso, o mais prático a fazer é aceitar. Daí você diz que vai sim beber só uma "ja, já" -- e esse "já, já", obviamente, nunca chegará. Simples assim.

Aqui já chegamos ao cúmulo da capacidade de ser mala. Nesse caso, está liberado perguntar se a pessoa quer uma lista de fulanos que morreram por causa de bebida.

Seu primeiro impulso vai ser replicar “chato é você”. Não ceda à tentação, porque para tirar um chato de cena, não vai adiantar entrar na dança dele. Já pensou em se fazer de surdo? Você pode, por exemplo, pedir para a pessoa repetir a frase e, repetidamente, não entender... Até ela desistir ou se irritar com a própria chatice.

Olhe para a luz, faça cara de quem vai falar algo muito profundo, encha o peito e responda: “Tá bom”.

Se fazer de bobo nunca falhou em nenhum contexto, época ou cultura. Não vai ser agora que falhará. Diga que você estaria mais feliz agora se estivesse em um iate na Polinésia Francesa, com o seu ursinho de pelúcia na cama etc. Aproveite e pergunte como ele estaria mais feliz agora e mude logo o rumo da conversa.

Cite qualquer teoria de qualquer filósofo, artista ou historiador de arte (pode inventar um, também) para começar um papo puxadíssimo sobre o que é beleza, como ela é subjetiva, torne a vida do interlocutor um inferno. Ele merece.

Se a pessoa que perguntar for a mesma que fez qualquer uma das outras acima, diga que não haverá próxima. Espere ela fazer cara de triste. Responda que "Brincadeira, pô!". Espere ela fazer cara feliz. Responda que "Mas era verdade sim", e assim sucessivamente.

Fonte: urbantaste.uol.com.br

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