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Relatora afirma que exigências do MPMS pegaram entidades de surpresa

12 de Junho de 2018 23:00
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Relatora afirma que exigências do MPMS pegaram entidades de surpresa

Presidente do IAB-MS, Adriana Tannus afirma que imposição para aprovação do Plano Diretor da Capital de um coeficiente de aproveitamento único “é algo grave”

Cidade horizontal – O projeto encaminhado à Câmara, pontuou a arquiteta, teve entre seus focos o combate aos vazios urbanos da cidade, evitando a migração da população para áreas cada vez mais distantes.

“Por isso o coeficiente de aproveitamento foi considerado justamente para incentivar essa ocupação. Poderia ser um coeficiente 2 ou 3 na cidade toda, mas adotar um único e igualar o potencial construtivo é algo grave”, advertiu, apontando incentivo à expansão horizontal –permitindo bairros cada vez mais afastados e, por consequência, ampliando o perímetro urbano da cidade. “Campo Grande já é hoje uma cidade horizontal, espalhada, tanto que voltou a discussão sobre ampliar o perímetro urbano, o que é outra aberração. O que existe hoje em área é mais do que suficiente para a cidade”.

A preocupação, segundo Adriana Tannus, é que, embora a cidade tenha um mesmo coeficiente, não haverá os mesmos direcionamentos urbanísticos ou diretrizes de construção. “Ainda haverá diferenças de bairro, de zoneamento”.

Fonte: campograndenews.com.br

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